segunda-feira, 11 de março de 2013

171 emocional

Ele existe, e como. Este estelionatario do amor esta por ai sempre aprontando, mas só apronta porque tem terreno pra isso. É incrível mas em 2013 como existem mulheres carentes e prontas pra serem golpeadas. Eles se misturam socialmente e aparecem, se relacionam bem, uma lábia de deixar politico no chão. Quando você vai ver já caiu na rede. Suas armas são o papo, bastante habilidade e jogo de cintura, e como seus primos que dão golpes financeiros não precisam de armas e facas. Tudo vem a eles, tudo cai na mão deles.

Uma mulher que se encontra fragilizada, quer ouvir coisas bonitas e carinhosas, e é assim que eles começam,  são sedutores inveterados, eles sabem com extremo acerto os pontos fracos. Muitos homens hoje esqueceram como agradar uma mulher e nesse quesito eles são infalíveis, posto isso iniciam um relacionamento e em poucos dias já estão de mudança pra casa delas. Nunca tem dinheiro, mas prometem mundos e fundos para sua amada,que por incrível que pareça acredita, nunca explicam direito como trabalham (se é que trabalham) e sua vida é uma grande cortina de fumaça. Aparecem e prometem coisas para as assistentes e porteiros, e todos acabam simpatizando com sua alegria. Conversando são super gentis e você não acredita que são uns grandes vigaristas. Estão sempre pedindo dinheiro pras mulheres, para um simples estacionamento, pra comprar cerveja, ou até pagando uma conta de jantar num restaurante, dizendo que depois acerta, só que nunca acerta e a mulher se sente envergonhada de cobrar. Devem pra todos, devem pra banco, não tem crédito. Mas estão sempre bem como se não houvessem problemas na sua vida. Posso afirmar que são psicopatas. E se a fonte secar ou sua mulher apresentar algum problema grande ele pula fora e é recebido por outra vitima  que lhe abriga e a história se repete.

Este que conheci, mandou o rapaz da lavanderia subir, e não tinha 50 reais para pagar a lavagem a seco do seu terno, não teve dúvidas pediu emprestado à diarista. Pergunta se ela recebeu?

sexta-feira, 8 de março de 2013

Revolução no Facebook.

Não podia deixar de passar esta. O aplicativo 'Bang with friends'  cuja tradução livre seria ' Transar com amigos' lançado em fevereiro de 2013 o aplicativo já tem mais de 600 000 usuários e deve se estender bastante no universo de 1 bilhão de usuários do Facebook, isto porque não foi feito nenhum tipo de anúncio ou lançamento, mas a revista Veja fez matéria de capa, como saiu na semana do carnaval não teve grande impacto aqui no Brasil. Sabendo que brasileiro adora novidades e entra em qualquer coisa na internet e também como o Brasil já esta em segundo lugar no ranking de usuários no Facebook, acredito que teremos muitos 'amigos' no 'Transar com amigos' .

No aplicativo, você marca todos as amigas(os) que você gostaria de transar e se uma ou algumas das amigas também te escolher o Facebook faz o resto e manda um email pros dois e ai forma-se um par disposto ao sexo casual, o email parabeniza o casal e recomenda a entrar logo em contato para combinar. Simples e seguro. O aplicativo é só para sexo.

Com o Bang você queima etapas e vai direto ao que interessa, como já existem vários sites sérios para sexo casual, o Facebook pegou carona,e quem sabe de um sexo casual não possa sair o inicio de um relacionamento mais sério. É ver pra crer. A revolução esta lançada.




quinta-feira, 7 de março de 2013

Só gosto de coroas.

E antes que alguém diga que eu sou 'graneira', já digo que não sou, pois hoje com meus 55 anos levo uma vida simples e nunca 'arranquei' dinheiro de nenhum dos meus namorados e maridos. Algumas amigas diziam que eu era uma completa idiota e que saia das relações de mãos vazias, mas sou assim, queria minha tranquilidade.

Até hoje não sei explicar o que acontecia e nem a motivação, mas só gostava de homens bem mais velhos. Tudo começou aos 14 anos com a minha grande paixão, quando percebi estava apaixonada por ele que viria a ser meu primeiro marido. Só que ele tinha 49 e eu 14 anos, até para minha mãe ele seria velho, pois nasci quando minha mãe tinha 18. Aos 16 me casei tivemos um filho e pouco depois ele morreu. Quando meu filho fez dois anos, eu então com 18 anos tive um namorado que tinha 60 e nos dávamos muito bem, todos achavam que ele era meu pai, mas eu nem ligava, foi um período maravilhoso, fazíamos sexo diariamente e como ele morava perto e já era aposentado nos encontrávamos todo dia na pracinha onde levava meu filho pra brincar, tempos maravilhosos, realmente não sei explicar o que acontecia, preferia não ficar com homens mais velhos, mas não foi assim que aconteceu. Ficamos 3 anos juntos, até que ele tomou um tombo no banheiro quebrou a bacia, como não tinha parentes por aqui, sua família que morava no interior, bem longe, o levou para que pudesse ter mais cuidados no tratamento, nunca mais o vi. Sofri muito com a sua ausência. Estava eu com 21 anos, uma mulher nova, mas bem madura, e depois de dois relacionamentos com homens mais velhos pensei agora vou tentar alguém mais novo, quem sabe até com alguém da minha idade. Não existe fórmula certa pra nada, mas acho que garotas jovens se apaixonam mais vezes e com mais intensidade e no amor as situações simplesmente acontecem, e me apaixonei por um homem de 63 anos, que conheci no supermercado, foi uma paixão arrebatadora, a primeira imagem que tive, ele estava perto de um ventilador e seus cabelos grisalhos esvoaçavam, foi o que bastou pra me detonar internamente, esbarrei no carrinho dele e começamos a conversar. Ele era casado, um longo casamento e não queria terminar, gostava da mulher, mas como não acontecia mais nada entre eles, só um grande carinho, resolvi investir e consegui fazer com que ele revivesse seus tempos, ficamos 12 anos juntos, extrema felicidade, mas como tudo tem um fim, ele adoeceu e não pude mais vê-lo. Aos 33 anos resolvi dar um tempo e fiquei só durante cinco anos, meu filho se mudou para estudar e eu me sentia muito só, mas acabei conhecendo um vizinho que se mudou para o meu prédio, tinha 60 e eu estava com 38, percebi que esta 'sindrome' vai me acompanhar até a morte, mas fazer o que, só gosto de coroas.Inexplicavel.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O resgate.

Uma relação tem que ser pautada pelo amor, verdade, alegria, prazer e todas as coisas boas que a vida pode proporcionar. Enquanto estiver valendo tudo isso é muito bom, mas quando o coração começa a mandar sinais de que as coisas não andam bem tudo se transforma e o melhor é sempre falar a verdade. Muitas relações se rompem isso é normal, mas depois de alguns anos juntos, você volta pro mundo, outros se recolhem, outros deprimem, você leva um tempo até sair efetivamente daquela relação (alguns nunca conseguem). E chega o dia em que você conhece uma pessoa e tudo volta a funcionar de novo, o coração toma um novo caminho e novas experiências vão acontecendo.

Lívia desistiu de seu namoro de 3 anos e meio, seu coração começou entrar em outra sintonia, conheceu pessoas novas e diferentes, viu e enxergou outras situações, teve pequenos namoros, alguns flertes, voltou a se encontrar com as amigas,1 ano se passou assim, e nesse momento seu namorado reapareceu querendo um resgate, mas algumas mudanças já haviam sido instaladas no seu coração, como podia ela voltar com uma pessoa que havia parado no tempo e queria continuar a partir do dia que terminaram? Ela já tinha avançado, já estava em outro estágio seu coração mudara, já não nutria nenhum amor por ele, via como difícil um retorno mas após muita insistência reataram e começaram a se ver de novo, mas ela não se sentia muito confortável foi levando até onde pode, saíram algumas vezes, sexo já não era igual, alguma coisa não se encaixava, se arrependeu profundamente e aprendeu finalmente que quem manda é o coração.

Algumas mulheres são frias e praticas e a mente manda no coração, já Lívia é quente e coerente consigo mesma, nela o coração fala mais alto.

terça-feira, 5 de março de 2013

Carência afetiva feminina.

Tema complexo e delicado, mas nunca abordado por aqui, talvez devesse ser um dos primeiros do blog, mas devido inúmeros fatores, deixei um pouco mais pra frente, mas hoje resolvi abordar.

Manuela me chamou pra jantar, disse que ia ao cinema, queria ver um filme que saia nesse dia de cartaz, fiquei protelando e acabei indo ao cinema e depois me encontraria  com ela no restaurante. Pra minha surpresa quando cheguei no restaurante encontrei Manuela e mais quatro amigas, congelei um pouco naquele momento mas fui em frente, o que achava que seria uma conversa a dois com muitos comentários sobre o filme acabou se tornando uma sessão terapêutica e o assunto foi carência afetiva feminina, obviamente escutei mais do que falei. As cinco tinham uma caracteristica, solteiras e sozinhas, na faixa etária entre 40 e 60 anos pelo que deduzi, não perguntei a idade de ninguém e hoje com tantos procedimentos cosméticos fica difícil acertar a idade de uma mulher. Duas muito bonitas (uma delas a Manuela) e três bem interessantes, o que pelo lado masculino posso afirmar que eram todas 'pegaveis'.

Não conhecia peculiaridades de nenhuma delas, nem de Manuela, convivemos com pessoas anos e anos e não conhecemos, o que diria então de mulheres que tinha acabado de conhecer. Uma me chamou atenção e dela que gostaria de falar, ela disse assim: "Não consigo ficar sozinha, tenho esse problema, tenho certeza que é problema, sei que tenho que conviver comigo mesma, tenho que gostar de mim primeiro mas não consigo, quando fico sozinha recorro aos meus 'brinquedinhos', sinto falta de um abraço, de uma palavra carinhosa, de um apoio, gosto de acordar com um homem ao meu lado enroscado em mim, então se um homem me dá atenção acabo ficando com ele, sem saber direito sobre ele e arrematou sou 'facinha'". E olha que essa era uma das duas bonitas, tipo daquelas que escolhe, mas ao mesmo tempo é uma daquelas que os homens dizem: 'Essa ai é difícil, nunca vai me dar mole, nem vou dar em cima".

A essa altura já pela segunda caipivodka o papo transcorria solto e era como se eu não estivesse na mesa tal a fluidez das conversas. E ela continuou "acabo sufocando e destruindo meus relacionamentos tal a forma como me debruço, acabo exigindo demais, querendo demais, querendo mudar eles, sei que erro mas sou recorrente e eles se afastam de mim, dizem que sou imatura que sou um 'grude' entre outras coisas.Sonho, sonho muito com um homem e acabo sofrendo mais". Conclui que o buraco é mais fundo do que eu achava e se vocês mulheres não começarem a gostar de si mesmas as coisas tendem a ficar mais difíceis e  insolúveis.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Só 3.

Só 3?  "sim só 3 e olhe lá, porque você esta achando muito ou pouco". Parei e pensei rápido e alto, claro que é pouquíssimo em 2013 uma mulher aos 39 anos de vida bem vividos, vividissimos alias, conhecia Solange bem, era uma mulher daquele tipo bem experiente, bem resolvida, que tinha resposta pra tudo, que você percebia que já tinha passado por muitas experiências de vida, principalmente na infância, conhecendo bem a alma masculina e feminina.

"Sim só 3, e tem mais, nem sei como, porque casei com o meu primeiro virgem e se ele não morresse estaríamos até hoje juntos e eu poderia dizer só 1. Transávamos diariamente, todos os dias mesmo, sem exceção, só uma vez que ele viajou por motivos familiares, ficamos sem transar um dia. Então no meu caso, só posso falar por mim, sempre me senti muito bem feliz e não tinha nem desejos e nem fantasias por outro homem". Concordei que 3 era muito, mudei de idéia.

E ela finalizou: "Achei que só ia ter 1 homem na minha vida, quando ele morreu meu mundo caiu, não enxergava mais nada, achei que seria assim pra sempre, mas depois de longo luto, o sol voltou a brilhar e em seis meses já conheci 2".

Acho que agora a fila de Solange anda.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Viagra

Depois de 15 anos no mercado e muita controvérsia o viagra é vendido livremente no Brasil, não precisa de receita, e no Brasil já que é livre o abuso é grande e todos tomam, até garotos de 16 anos tomam. Um remédio que revolucionou e que é indicado para pessoas que tem dificuldade de ereção, para pessoas acima de 50 anos e para pessoas que tem disfunção erétil, acabou tendo um público que em média tem 30 anos de idade, estes são os que mais tomam o 'azulzinho' e seus genéricos, sim existem muitos genéricos desde 2010 quando a patente foi quebrada e você encontra por até R$12,00 a caixa com 2. Os motivos vão desde medo de performance à ansiedade. A auto estima aumenta e os dois tiram proveito, ou seja ninguém quer mais ter a popular 'brochada' , o que é perfeitamente normal e pode acontecer com qualquer um. Entre mitos e verdades o viagra pode ser tomado por qualquer pessoa e até pessoas acima de 70 anos desde que avaliadas pelo médico. Na verdade todo mundo quer segurança e as mulheres aprovam. Brochada nunca mais se você pode chegar de Rolls Royce porque vai chegar de fusca?

Algumas mulheres reclamam (sempre tem as exceções) porque as vezes o parceiro fica com ereção horas e não termina nunca ou mesmo depois de ejacular como não retrocede continua também.